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TRILHA 3 - AVANCADO

Maestria

Domine AI Agents e aprenda a orquestrar sistemas hibridos complexos com autonomia real.

5
Modulos
40
Topicos
AI
Agents
3.1

AI Agents: Quando e Por Que

Sistemas autonomos orientados a objetivos

O que e: Sistemas AUTONOMOS que trabalham em direcao a um objetivo de forma independente.
Por que: Representam o nivel mais alto de automacao, com capacidade de tomar decisoes.
Conceitos: Autonomia, objetivo, percepcao do ambiente, tomada de decisao.
O que e: A distincao fundamental entre execucao linear e execucao autonoma.
Por que: Escolher errado pode gerar custos altos ou resultados ruins.
Conceitos: Previsibilidade vs autonomia, custo vs flexibilidade.
O que e: Nao use agents para processos lineares - desperdicio de recursos.
Por que: Agents tem alta complexidade e custo quando usados desnecessariamente.
Conceitos: Eficiencia de tokens, custo computacional, over-engineering.
O que e: Criterios claros para decidir se um agent e a solucao certa.
Por que: Evitar complexidade desnecessaria e maximizar ROI.
Conceitos: Etapas pulaveis, repeticoes variaveis, decisoes dinamicas.
O que e: Perceber ambiente, decidir ferramentas, escolher ordem, lidar com excecoes.
Por que: Entender capacidades ajuda a projetar agents eficazes.
Conceitos: Percepcao, raciocinio, acao, adaptacao.
O que e: Balanco entre poder do agent e custo de manutencao.
Por que: Agents mais complexos exigem mais recursos e monitoramento.
Conceitos: Custo operacional, debugging, observabilidade.
O que e: Casos especificos onde agents sao claramente a melhor opcao.
Por que: Reconhecer padroes acelera decisoes de arquitetura.
Conceitos: Consultas variaveis, multi-etapas dinamicas, pesquisa aberta.
O que e: Visao geral das 4 camadas: GPT, Prompts, Workflows, Agents.
Por que: Agents sao o topo da piramide - entender a base e essencial.
Conceitos: Camadas progressivas, dependencias, evolucao natural.
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3.2

Arquitetura de AI Agents

Componentes, padroes e design de agentes

O que e: Objetivo, memoria, ferramentas, loop de raciocinio, criterios de parada.
Por que: Cada componente tem papel critico no funcionamento do agent.
Conceitos: Goal, memory, tools, reasoning loop, stop conditions.
O que e: Reasoning + Acting - agent pensa e age em loop continuo.
Por que: Padrao mais comum e bem documentado para agents.
Conceitos: Thought, Action, Observation, ciclo iterativo.
O que e: Agent planeja primeiro todas as etapas, depois executa.
Por que: Melhor para tarefas complexas que precisam de visao geral.
Conceitos: Planejamento, decomposicao, execucao sequencial.
O que e: Varios agents especializados colaborando em uma tarefa.
Por que: Divide complexidade e permite especializacao.
Conceitos: Orquestracao, comunicacao, delegacao, supervisao.
O que e: Como agents armazenam e recuperam informacoes.
Por que: Memoria e essencial para contexto e aprendizado.
Conceitos: Working memory, vector stores, RAG, persistencia.
O que e: Regras que definem quando o agent deve parar.
Por que: Evita loops infinitos e controla custos.
Conceitos: Max iterations, goal achieved, error handling, timeouts.
O que e: Ferramentas internas do agent sao workflows previsiveis.
Por que: Combina autonomia do agent com previsibilidade das ferramentas.
Conceitos: Tool design, encapsulamento, confiabilidade.
O que e: System prompts especificos para comportamento de agent.
Por que: O prompt define personalidade e capacidades do agent.
Conceitos: Role definition, tool instructions, guardrails.
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3.3

Ferramentas e Integracoes para Agents

Equipando agentes com capacidades poderosas

O que e: Criacao de texto, imagem, consulta a banco, APIs, comunicacao.
Por que: Cada tipo de ferramenta expande capacidades do agent.
Conceitos: Text generation, image gen, database, API calls, messaging.
O que e: Principios para criar ferramentas que agents usam bem.
Por que: Ferramentas mal projetadas causam erros e desperdicio.
Conceitos: Single responsibility, clear inputs/outputs, error messages.
O que e: Descricoes claras de ferramentas para o LLM entender.
Por que: O agent so usa bem o que entende bem.
Conceitos: Tool descriptions, parameter docs, examples, edge cases.
O que e: Agent que recebe e envia mensagens via Telegram.
Por que: Canal popular para interacao com usuarios finais.
Conceitos: Bot API, webhooks, message handling, media support.
O que e: Agent que opera via WhatsApp Business API.
Por que: Principal canal de comunicacao no Brasil.
Conceitos: Business API, templates, 24h window, media messages.
O que e: Agent que consulta e atualiza dados em bancos.
Por que: Acesso a dados e fundamental para decisoes informadas.
Conceitos: SQL generation, read-only vs write, sanitization.
O que e: Como ferramentas comunicam erros ao agent.
Por que: Erros claros permitem ao agent recuperar-se.
Conceitos: Error messages, retry logic, fallback strategies.
O que e: Ferramentas que usam outras ferramentas internamente.
Por que: Reduz complexidade visivel para o agent.
Conceitos: Abstraction layers, composite tools, encapsulation.
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3.4

Casos de Uso Avancados

Quando Workflow vira Agent e exemplos reais

O que e: Sinais de que um workflow precisa virar agent.
Por que: Reconhecer o momento certo de evoluir a arquitetura.
Conceitos: Etapas pulaveis, repeticoes variaveis, decisoes contextuais.
O que e: Agent que responde duvidas consultando base de conhecimento.
Por que: Consultas variam - as vezes 0, as vezes 5 buscas.
Conceitos: RAG dinamico, escalacao, satisfacao do cliente.
O que e: Agent que cria e gerencia conteudo de marketing.
Por que: Requer criatividade e decisoes sobre formato/canal.
Conceitos: Content generation, image creation, scheduling, analytics.
O que e: Agent que pesquisa, analisa e sintetiza informacoes.
Por que: Pesquisa aberta requer decisoes sobre fontes e profundidade.
Conceitos: Web search, source evaluation, synthesis, citations.
O que e: Agent que escreve, revisa e testa codigo.
Por que: Desenvolvimento requer iteracao e debugging.
Conceitos: Code generation, testing, refactoring, documentation.
O que e: Praticas que levam a agents bem-sucedidos.
Por que: Aprender com experiencias de sucesso acelera resultados.
Conceitos: Clear goals, good tools, proper guardrails, monitoring.
O que e: Erros comuns que sabotam agents.
Por que: Conhecer erros ajuda a evita-los.
Conceitos: Over-autonomy, poor tools, no guardrails, no logging.
O que e: Como medir se um agent esta funcionando bem.
Por que: Sem metricas, nao ha como melhorar.
Conceitos: Task completion rate, cost per task, user satisfaction.
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3.5

Orquestrando Sistemas Hibridos

Combinando todas as camadas da piramide

O que e: Humano usa GPT e dispara workflows automatizados.
Por que: Combina julgamento humano com automacao eficiente.
Conceitos: Human-in-the-loop, trigger points, handoff design.
O que e: Workflow chama agent quando precisa de autonomia.
Por que: Usa autonomia apenas onde necessario, reduz custos.
Conceitos: Conditional branching, agent as tool, result handling.
O que e: Arquitetura que usa todas as camadas integradas.
Por que: Maximiza eficiencia usando a camada certa para cada tarefa.
Conceitos: Layer selection, routing logic, fallback chains.
O que e: Pontos onde humano revisa ou aprova decisoes.
Por que: Seguranca e qualidade em decisoes criticas.
Conceitos: Approval gates, escalation, confidence thresholds.
O que e: Sistema decide quando escalar para humano ou camada superior.
Por que: Evita erros e melhora experiencia do usuario.
Conceitos: Escalation triggers, routing rules, SLA handling.
O que e: Analise de custos de cada camada e combinacao.
Por que: Otimizar custo-beneficio e essencial para ROI.
Conceitos: Token costs, latency, complexity vs value.
O que e: Principio-chave: foque no problema, nao na tecnologia.
Por que: A melhor solucao pode ser a mais simples.
Conceitos: Problem-first thinking, simplicity, pragmatism.
O que e: Construa um sistema hibrido completo como projeto final.
Por que: Aplicar todo o conhecimento em um projeto real.
Conceitos: Full integration, deployment, monitoring, iteration.
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