AI Workflows: Conceitos e Arquitetura
Fluxos com ordem fixa e decisoes inteligentes
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O que e: Fluxos com ORDEM FIXA de passos, mas que usam IA em pontos especificos para classificar ou tomar decisoes.
Por que: Equilibrio perfeito entre previsibilidade e inteligencia.
Conceitos: Caminho fixo, decisoes inteligentes, orquestracao.
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O que e: Workflow tem caminho fixo; Agent decide o proximo passo sozinho.
Por que: Escolher errado gera complexidade desnecessaria ou solucao inadequada.
Conceitos: Orquestracao vs autonomia, controle vs flexibilidade.
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O que e: A estrutura padrao de todo AI Workflow em 4 etapas.
Por que: Seguir essa estrutura garante workflows previsiveis e mantenveis.
Conceitos: Trigger, passo de IA, roteamento, acao final.
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O que e: Cenarios ideais: ordem previsivel mas com necessidade de interpretacao de texto.
Por que: Mais poderoso que automacao simples, mais controlado que agents.
Conceitos: Classificacao, extracao, roteamento inteligente.
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O que e: Make, n8n, Zapier com integracao de LLMs, Langchain.
Por que: Cada ferramenta tem vantagens para diferentes casos de uso.
Conceitos: No-code vs code, custos, integracao com APIs.
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O que e: Custo por execucao, tokens consumidos, manutencao.
Por que: Entender custos evita surpresas e permite otimizacao.
Conceitos: Custo por token, volume de execucoes, ROI.
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O que e: Classificador de e-mails, roteador de tickets, extrator de dados.
Por que: Ver exemplos reais ajuda a identificar oportunidades.
Conceitos: Casos de uso, padroes comuns, implementacao.
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O que e: Over-engineering, prompts vagos, falta de fallbacks.
Por que: Aprender com erros comuns acelera sua curva de aprendizado.
Conceitos: Boas praticas, debugging, iteracao.
Classificacao Inteligente
Como usar IA para categorizar e-mails, tickets e mensagens
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O que e: Usar IA para ler e categorizar automaticamente textos em categorias pre-definidas.
Por que: A IA consegue interpretar contexto, algo dificil com regras fixas.
Conceitos: Categorias, contexto, interpretacao semantica.
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O que e: E-mails, tickets, mensagens, leads, documentos, feedbacks.
Por que: Qualquer texto nao-estruturado pode ser classificado.
Conceitos: Dados nao-estruturados, texto livre, NLP.
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O que e: Regra: "Se der pra explicar em 1 frase, esta bom".
Por que: Categorias claras = resultados mais precisos.
Conceitos: Mutuamente exclusivas, exaustivas, acionaveis.
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O que e: Pedir para a IA retornar um score de confianca (0-100%).
Por que: Permite criar fallbacks quando a IA nao tem certeza.
Conceitos: Threshold, escalacao humana, incerteza.
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O que e: Pedir resposta em formato JSON: {categoria, prioridade, confianca}.
Por que: Facilita integracao com o restante do workflow.
Conceitos: JSON, parsing, estrutura de dados.
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O que e: Como escrever prompts eficazes para classificacao.
Por que: O prompt e o coracao do sistema de classificacao.
Conceitos: Few-shot, definicoes claras, exemplos.
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O que e: Regras para casos obvios, IA para casos ambiguos.
Por que: Combinar os dois reduz custos e melhora precisao.
Conceitos: Pre-processamento, hibrido, otimizacao.
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O que e: Como medir taxa de acerto e iterar para melhorar.
Por que: Classificacao precisa de ajuste continuo.
Conceitos: Metricas, feedback loop, A/B testing.
Construindo seu Primeiro AI Workflow
Passo a passo pratico: do trigger a acao final
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O que e: Antes de construir, defina claramente o que o workflow deve fazer.
Por que: Objetivo claro = workflow focado e eficiente.
Conceitos: Escopo, criterios de sucesso, limitacoes.
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O que e: O evento que inicia o workflow: novo email, webhook, horario.
Por que: O trigger certo garante que o workflow roda no momento certo.
Conceitos: Webhooks, polling, eventos, schedulers.
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O que e: Conectar seu workflow a uma API de LLM (OpenAI, Claude, etc).
Por que: A IA e o cerebro do workflow, onde as decisoes sao tomadas.
Conceitos: API keys, modelos, temperatura, tokens.
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O que e: O prompt que instrui a IA sobre como classificar.
Por que: Prompt bem escrito = classificacao precisa.
Conceitos: Instrucoes claras, exemplos, formato de saida.
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O que e: Branches baseados na resposta da IA: se X, faz A; se Y, faz B.
Por que: O roteamento transforma a decisao da IA em acao.
Conceitos: Switch/case, condicoes, branches paralelos.
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O que e: O que acontece no final: criar ticket, notificar, responder.
Por que: A acao final e o valor entregue pelo workflow.
Conceitos: Integracoes, APIs, notificacoes, bancos de dados.
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O que e: Rodar testes com casos reais antes de colocar em producao.
Por que: Testes evitam problemas em producao.
Conceitos: Casos de teste, edge cases, debugging.
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O que e: Colocar em producao e monitorar os primeiros dias.
Por que: Os primeiros dias revelam ajustes necessarios.
Conceitos: Logs, alertas, metricas, iteracao.
Roteamento e Acoes Automatizadas
Direcione para filas, crie tickets e responda automaticamente
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O que e: Direcionar para filas diferentes baseado na categoria classificada.
Por que: Cada categoria pode ter tratamento especifico.
Conceitos: Filas, equipes, especializacao.
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O que e: Casos urgentes vao para fila prioritaria ou notificacao imediata.
Por que: Prioridade garante atendimento rapido quando necessario.
Conceitos: SLA, urgencia, notificacoes push.
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O que e: Se confianca baixa, escala para humano revisar.
Por que: Evita erros quando a IA nao tem certeza.
Conceitos: Threshold, escalacao, revisao humana.
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O que e: Criar tickets automaticamente no sistema de suporte.
Por que: Elimina trabalho manual de triagem.
Conceitos: Integracao com Zendesk, Freshdesk, Jira, etc.
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O que e: Enviar respostas automaticas baseadas na classificacao.
Por que: Resposta imediata melhora experiencia do cliente.
Conceitos: Templates, personalizacao, confirmacao.
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O que e: Notificar pessoas certas no momento certo via Slack, email, SMS.
Por que: Notificacao certa evita ruido e garante acao rapida.
Conceitos: Canais, mencoes, grupos, horarios.
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O que e: O que fazer quando algo da errado: erros de API, timeout.
Por que: Workflows robustos precisam de tratamento de erros.
Conceitos: Try/catch, retries, fallbacks, alertas.
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O que e: Quando e como passar para um humano revisar/decidir.
Por que: Sempre tenha um plano B para casos complexos.
Conceitos: Criterios de escalacao, filas de revisao.
Otimizacao e Monitoramento
Metricas, ajuste fino e manutencao de workflows
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O que e: Taxa de acerto, tempo de processamento, custo, escalacao.
Por que: Voce nao pode melhorar o que nao mede.
Conceitos: KPIs, dashboards, benchmarks.
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O que e: Porcentagem de classificacoes corretas.
Por que: E a metrica mais importante de qualidade.
Conceitos: Confusion matrix, falsos positivos/negativos.
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O que e: Quanto tempo leva do trigger ate a acao final.
Por que: Latencia afeta experiencia do usuario e SLAs.
Conceitos: Latencia, gargalos, otimizacao.
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O que e: Quanto custa cada execucao do workflow (tokens + infra).
Por que: Custos podem escalar rapidamente com volume.
Conceitos: ROI, break-even, otimizacao de custos.
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O que e: Iterar no prompt para melhorar precisao e reduzir erros.
Por que: Pequenos ajustes no prompt fazem grande diferenca.
Conceitos: Iteracao, exemplos, edge cases.
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O que e: Testar duas versoes de prompt e comparar resultados.
Por que: Decisoes baseadas em dados, nao intuicao.
Conceitos: Experimentos, significancia estatistica.
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O que e: Registrar inputs, outputs e erros para analise.
Por que: Logs sao essenciais para encontrar e corrigir problemas.
Conceitos: Logging estruturado, traces, debugging.
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O que e: Processo continuo de medir, analisar, ajustar, repetir.
Por que: Workflows precisam de manutencao constante.
Conceitos: PDCA, feedback loops, evolucao.